Aquecimento Global

Queremos um FIM?!
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eEUcomISSOdaSilva · Salvador, BA
16/7/2007 · 8 · 0
 

Aquecimento Global


Esse é um dos maiores problemas a devastarem o mundo no decorrer desses anos. Provavelmente o maior causador de cataclismas os quais, já abateram a superfície do planeta enquanto o homem, como seu derradeiro dono e absoluto. O mal do século XXI.
Alguns antes viram esse fardo, como um dos algures afigurado apenas em visões de futuro longínquo. Outros, o desprezaram de forma incorreta, a ponto de culpar o único culpável após o diabo. Acusaram a Deus. Legítimo senhor desta humilde terra.
Apontaram-lhe o dedo, como se faz à um assassino, à um algoz à um falacioso. Tudo com o único intuito de se dispuserem do preço a pagar pelos seus atos.
Economias em expansão, dinheiro em demasia, nenhum escrúpulo, e o principal, capitalismo exacerbado, trouxeram a Terra a um mal quase totalmente irremediável e sem volta.

Os verdadeiros réprobos do mundo se encontram na parte superior do globo, onde os tolos os afiguram como os do primeiro-mundo. Mas quem é do primeiro-mundo por afinal? Os que detêm todo o poder e nenhuma bondade? Ou os que nem ao menos têm o que comer, e por loucura, talvez, se alegram com o nascer de um sol após o outro?
Tsunamis, ondas de tufões e furacões, desastres cada vez maiores nos lembra muitas vezes a mãe-natureza. Os nossos antigos conhecidos das cidades-grande, como o efeito estufa, se tornaram um dos menores problemas a abater a humanidade. Nem há de se comparar com o desafiador desabar das águas. As calotas imersas no invólucro dos oceanos irão tomar para si todas as cidades costeiras, todas as espécies, muitos povos e civilizações se findarão, juntamente com a tão apreciada macro-economia.

Em meio a todo esse pandemônio a qual o mundo se encontra, ainda tem os do primeiro-mundo fonte de pequenas discórdias, como a ínfima diminuição de gases poluentes à atmosfera. Não se dispõem a diminuí-la de forma rápida e indolor, mas sim, de forma lenta e gradual, acertando as suas economias em passo lento e moroso, onde o único afetado, em seus minúsculos pontos de vista, será o planeta. Esquecem-se os pobres, de que nele também vivem e seria um desuso completo andar de marcha ré sobre um iminente desastre, o qual precisa de apenas alguns anos a se dar.

Em meio a esta bomba-relógio ansiosa a explodir, ainda resistem mártires. Completamente loucos e transtornados de certo, porem mártires. Em toda a historia da humanidade sempre se houveram mártires, com métodos nada ortodoxos, a defenderam causas gloriosas onde os quais se tornaram valorosos em suas campanhas. Ambientalistas, são os de hoje. Lembram sempre da forma como maltratamos nosso lar, transformando-o às nossas maneiras e nosso modo de pensar. Sempre em meio aos olvidos, são os que relembram o constante guardar da nossa casa. De fato sozinhos são poucos, mas mobilizados com toda a humanidade, poderão assim forçar os donos do mundo a mudar o jeito tão funesto de como tratam o planeta.
Tocando direto no povo, se fará ouvir os soberbos da humanidade, onde de então poderá se chamar esta Terra, de finalmente doce, doce lar.

Quem gostou desse meu texto, ou procura muito humor e comedia, pode me procurar aqui:

IML-Insanidades Materias & Loucuras


ou Aqui (Quem preferir textos mais, digamos, Liricos)

Lar do Presbítero

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