Dona Penha combina frescor e versatilidade

Divulgação/Rota Comunicacao
A nova geração da MPB
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Rota Comunicação · Rio de Janeiro, RJ
9/3/2016 · 0 · 0
 


Na próxima quinta (10/03),a partir das 21h, o Tabaca Bar, em Jacarepaguá, vai receber o show da banda carioca, Dona Penha é pura musicalidade.
Musicalidade. Foi o que aproximou quatro amigos e uma dama. O talento e a sensibilidade para criar e executar músicas uniu os integrantes da banda Dona Penha, criando um som eclético que nasce da mistura de influências diversificadas e igualmente ricas: funk, rock, soul, gospel e MPB.
Primeiro chegaram os rapazes. Gabriel Salles na guitarra, Raphael Tiago na bateria, Victor Elias no baixo e Vinicius Dantas também na guitarra formavam o quarteto que se encontrava entre um compromisso e outro para “tirar um somâ€. Durante três anos seguiram colecionando Jam Sessions e apresentações no cenário independente. Mas, mesmo afinados e harmoniosos, os instrumentos precisavam de uma voz para verbalizar a emoção. E, em 2010, Lih Moreira, integrou a banda com seu tom cheio de negritude, doçura, força e versatilidade. Suas influências que vão de Bezerra da Silva a Nelson Gonçalves, passando pelo Gospel e Rock Brasil, encontraram um aconchego no Funk e Soul dos meninos. O grupo consolidou a formação, virou uma estrela de cinco pontas e encontrou o seu lugar. Dona Penha começara a brilhar.
Em 2012 a banda lança seu primeiro single, chamado “Meninaâ€, e recebe uma grande aceitação do público. A repercussão é positiva e os fãs e convites para shows, participações de eventos e festivais começam a aumentar. Depois, em 2015, a nova música “Não é o bastante†chega para alimentar o gosto do público e consolidar uma identidade eclética e descontraída. Ao longo do caminho Dona Penha expandiu o repertório, aperfeiçoou os talentos e se apresentou em alguns concursos. Os prêmios vieram corroborar o trabalho: Banda Vencedora do Festival Expressão Livre, de Minas Gerais, com a música “Não é o bastanteâ€; Melhor Baixista e Melhor Vocalista no FBI - Festival de Bandas Independentes, no Rio de Janeiro, e 4º lugar com a música “70x7â€, no Festival Planeta Rock, em São José do Rio Preto.
Toda essa energia vinda da diversidade dos ritmos que compõem a essência da banda reflete no palco com shows dançantes, gingados irreverentes, ritmos contagiantes e vocal potente. Dona Penha conquistou não só os ouvidos dos amantes da boa música, mas também seus corpos, sempre convidados a se entregar durante as apresentações calorosas e envolventes. O nome da banda é uma homenagem à avó do baixista que acolheu o grupo com muito carinho durante os ensaios que aconteciam em sua casa. Então, Dona Penha cresceu assim, cativante, puro aconchego, sem preconceitos, recebendo a todos de braços abertos, com gostinho de bolo e cafezinho fresco.
Atualmente o quinteto da Zona Oeste se prepara para lançar nos próximos meses um clipe e seu primeiro EP, gravado em um dos estúdios mais tradicionais do Rio, a Toca do Bandido, prometendo estourar com mais sucessos, potência e singularidade. Dona Penha não possui um estilo definido, só a avaliação de quem ouve: música de qualidade para ouvir, dançar e encantar. Acredite, será um prazer conhecer a Dona Penha!

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