Sou estudante de jornalismo. Estou prestes a me formar e minha monografia é uma reflexão sobre sexualidade e mÃdia, especificamente na relação entre prostituição e jornal impresso, com foco nos classificados.
Estou analisando a hipocrisia social que envolve preconceitos e inverdades sobre as prostitutas. Acredito na mudança de comportamentos, na reavaliação de pré-definições culturais que estão em desacordo com o bem comum, com a convivência justa e fraterna que deve existir na sociedade.
Acredito no respeito a todos os envolvidos no cenário urbano. Para cumprirmos com dignidade o caminho da existência humana é preciso se despojar de "PRÉ" conceitos, comportamentos hostis e panos que cobrem verdades...
Afinal, verdades nem sempre são navalhas. Podem ser úteis na praticidade do cotidiano da vida...
Hipocrisia me parece como um lago calmo, de aparentes águas lÃmpidas na superfÃcie, mas que guarda lama. Basta um movimento para que as águas se tornem turvas...
Não seria então mais louvável, mais sincero, que pudéssesmo ver onde estamos mergulhando nossos corpos?
E se a lama não nos parecer algo tão ruim assim?
E se ela nos for, em determinado momento, ou como crença de vida, algo que possa até hidratar e refrescar a pele? Trazer um viço novo?... São opções! Por isso defendo o respeito às diferenças, às escolhas individuais e o fim de preconceitos... A LAMA NEM SEMPRE É A LAMA!
llamar al pan
Poderia ter aprofundando mais a idéia e colocar uma situação mais abrangente para entreter o pessoal.
Higor Assis · São Paulo, SP 25/10/2007 09:38Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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