Equilibro-me em um caminho que tracei sonhando,
sou um plagio mal acabado de mim mesmo.
Nos becos, nas avenidas, nas ruas
não vejo ninguem
Estou cego,nao vejo ninguem.
A febre social não me contagia,
equilibro-me, não sei por onde ando
apenas sigo em frente.
Estou cego!
Gostei muito, cara!
Votei e espero ler mais poemas seus, com esta lucidez perceptÃvel.
Abraços
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