As idéias transgenicas de uma minoria de seres da espécie homo sapiens, que atuam na área polÃtica, judicial, industrial e assim sobre a estrutura social deste PaÃs.Exprimem a capacidade de uma minoria de detentores do poder.Convergem para a mediocridade, egoÃsmo e a ganância.Somente nos impõem Severinos, Malufes, Fernandinhos Beira-mar e Color, Nicolaus e Provincianos do centro-oeste e do interior de São Paulo. E cada vez mais, estamos obrigados, sujeitos a viver em um grande paÃs em diversidades, denominado de Brasil e dominado pela corrupção, violência e pela banalidade. E sempre nos remetem a mesma mensagem: Seja bem sucedido, ganhe milhões, ande de avião, helicópteros e carros blindados; viva a medÃocre realidade da violência, da pobreza nas ruas das grandes cidades e nas mÃdias as banalidades e as atrocidades. Há muita gente se arvorando a ser Deus, ou sei lá que diabo de outra espécie eles poderão ser denominados, mas se arrogam a mandatários do destino. São influências no presente e passÃveis de qualquer adjetivo!
Na área musical, se alguns tivessem aprendido, com o VinÃcius de Moraes e mais alguns outros agentes das utopias.Eles seriam os catalisadores, potencializadores das boas novas e existiria verdade, a verdade que a maioria não vê.E não estarÃamos vivendo debaixo desta ditadura musical, cultural e medÃocre! Quantas parcerias, o múltiplo VinÃcius permitiu que fossem feitas, mesmo estando vivendo em um Brasil, num mundo muito menos favorável à comunicação e sendo Ele o mais sábio e consagrado! Esta exclamação, pode ser complementada com um questionamento: será que a mediocridade generalizada, não é produto também desta falta de abertura, de alguns consagrados por gerações mais abertas e nacionalistas? Talvez, pessoas tenham consumido muita energia, com as incomodações da ditadura militar e incomodando-a e não tenha sobrado muita para o hoje. Embora, vivamos debaixo da ditadura musical, cultural e de uma grande desorganização social. Ou talvez não acreditem mais, nos versos do poeta alemão Bertolt Brecht, que diz: há homens que lutam um dia, são bons; há outros que lutam alguns anos, são melhores; mas há aqueles que lutam toda a vida, estes são imprescindÃveis. E sim, acreditam hoje, nas corporações, que dizem: faça parte da minoria, da elite, chegue lá, seja bem sucedido, ganhe milhões, ande de avião, helicópteros e carros blindados; e viva a medÃocre realidade da violência e da pobreza nas ruas das grandes cidades; e nas mÃdias as banalidades e as atrocidades. Não há substantivos e adjetivos suficientes para definir esta desorganização social, esta guerra estúpida sem o objetivo de vencer, em que vivemos. São as influências do passado no presente.
Há muito a ser aprendido, há muita água pra rolar, em uma estrutura social falida, medieval na maioria dos seus aspectos, à brasileira. Até que seja aprendido, qual é a parte que consiste em dividir e somar. E que as direções sejam determinadas, baseadas, embasadas no interesse coletivo e não em prol do corporativo, como é realizado hoje. Ou seja, até que seja exercida a cidadania, pela maioria dos brasileiros, há muito por vir e acontecer. Na área polÃtica, se muitos brasileiros descobrissem que há uma causa mais nobre para morrer, do que as dos mais de cem mil brasileiros que morrem todo ano, por desastre, nas estradas estaduais e federais; ou assassinados nesta desorganização social, nesta guerra urbana e estúpida, sem o objetivo de vencer. Por puro descaso, incompetência, ganância, egoÃsmo e falta de espÃrito público da elite, do poder legislativo e do judiciário deste paÃs. Custaria menos vida, um tempo menor poderia ser mensurado, do que este, que há muito tenho escutado, que os dias melhores virão e o povo brasileiro tem esperado.
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