Faixa nº 8 do álbum Venturas e desventuras do engenhoso Cavalleiro do Lago, de Léo Lago.
Segue a letra:
Segue no caminho o véio solitário
Rezando rezas véias de seu escapulário
Reza antiga e forte que num sabe o vigário
Véias crenças esquecidas dentro de um armário
Mas guardadas no fundo desse seu ossário
Queimando antigas ervas no seu incensário
Ele num teme saque de nenhum corsário
Inté porque num tem nada em seu inventário
A num ser a memória de causos vários
E a véia lei que rege sempre os contrários
Bem e mal, vida e morte, triste e hilário
Sem malandro não há, vice-versa, otário
E ele é membro, ele é membro, membro honorário
Da festa que acontece mas num tem horário
O arraiá dos templários, o arraiá dos tempos
O arraiá, o arraiá dos templários
Todo mundo, todo mundo
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