Tudo igual
Tudo igual
Eu quero primavera de prazer
E quiessa paisagem possa derreter
Já chega de carnaval
D’Água e sal
D’Água e sal
Deixesse teu sorriso perverter
Derrama na minha boca um pouco de você
Me afoga nesse teu mal.
Temporal
Tempo ral
Navega e me carrega com você
Me leva pronde a terra já cansou de ver
Teu tédio morno e mortal
tudo igual
tudo igual
sem essa de querer se arrepender
Que a vida é pouco, o tudo é nada
Deu pra ver
Como vai ser afinal?
Jorge, muito bons os versos, não deu pra ouvir agora,
mas a poesia bacana, um abraço, andre.
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