ParnaÃba ao Luar
Willies Monteiro
Dentre o silencio sideral da noite
Em nuvem fina um rendilhado adorno
Vestindo em ouro um colossal contorno
Toda entronada em glamourosa corte
Entre os poetas és sempre bem vinda
Toda charmosa gloriosa e linda
Nesse esplendor de grandioso lume
Esconde a flor o seu real perfume
Oh gloriosa e idolatrada lua
És tu arauto da própria beleza!
Torpeza insana de cruel fraqueza
Que outra beleza se compare a tua
Vergada ao ciúme vinganças ardilas
De outra grandeza já soubeste oh lua!
Da fortaleza que em ti se inspira
Há na nobreza tua beleza nua
Tua gloria é o lúmen do sol emprestado
Esquece o ciúme que te fará mal
Não percas o brilho desse teu amado
Do sol reluzente teu par ideal
Outra grandeza comparável à tua
Em leveza brilha gratidão e apreço
Um astro deu vida a seu astro, oh lua!
É ParnaÃba, filha da amplidão. E berço
Na passarela onde a amplidão celeste
Enleia afagos que uma cruz candeia
Tuas querelas ao coração dissestes
Semeiam encargos o que tua pleiteia
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