Antes eu te percebia, e buscava sons imagináveis,
Mas hoje vejo um olhar estranho.
Antes te tentava a dizer coisas que não queria,
Hoje, torço para que não digas.
Você foi consumida pelo sol naquele dia
E inesperadamente, se propiciou a não sonhar.
E logo, estou novamente exposto as feridas,
Em um fio trilho de aço.
Mas surgiu você, como aquilo que você se tornou antes,
E me levou de novo a soprar por minha alma,
E o impulso se prometeu,
Como um vento gelado de que existo.
E, quando me acostumei, se foi novamente.
Quando voltares,
Assim, qualquer dia desses,
Colocarei o brilho do fogo à luz de velas
Com você ao meu lado para que nós nunca mais nos movemos. E não voltes.
Sendo o Overblog em princÃpio destinado a reportagens, artigos, crÃticas e entrevistas, poemas e textos literários se encaixam melhor no Banco de Cultura. Lá há lugar especÃfico para esse tipo de produção. Por isso, sugiro que delete daqui (dá para fazer isso enquanto o texto estiver na fila de edição) e poste lá. Abraço!
Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 27/9/2006 13:26Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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