Toninho Borbo

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Val da Costa · Campina Grande, PB
31/8/2006 · 4 · 0
 

Atuante na arte da música desde 2003, Toninho Borbo vem se destacando com seu groove instigante e de letras reflexivas, que se movem entre personagens, lugares e condições sociais, antes comuns em composições que almejavam mostrar a beleza da poesia dentro das sonoridades nordestinas.

O ano passado foi o mais produtivo para o músico. Logo nos primeiros meses, Borbo teve uma composição selecionada pela habilitadora de celular Claro, que foi transformada em toque de celular (Não Merece). Ele passou pela 49º Congresso da Une (Conune), em Goiânia-GO; esteve em São Paulo, participando da 4ª Bienal da Une, realizada em fevereiro, além de ter participado de um projeto novo da Casa de Cultura Lúcio Lins, em João Pessoa-PB, o Sonzêra no Largo e de ter sido também uma das atrações do 10º Festival de Artes de Areia-PB, dividindo o palco com Lanlan.

Os CDs que Toninho gravou até o momento foram dois experimentos que variaram em letras e ritmos, porém o músico prepara um trabalho profissional para inscrever no Fundo Municipal de Incentivo à Cultura (Fumic) deste ano, que terá 10 músicas. Outro projeto de um produto audiovisual também está pronto para o Fic Augusto dos Anjos deste ano.

O primeiro CD que mostrou o groove borbiano saiu em 2003, lançado com o nome Do Beco ao Eco. Foram 10 músicas que retrataram uma fase mais crítica do Borbo, na qual ele analisa as estruturas sociais e os sentimentos. Nesta época, ele tocava com a banda Quebra-quilos, composta por Tiago (bateria), Fabinho (baixo) e Michael (guitarra). A reunião desse quarteto resultou numa mistura de jazz e mpb.

O segundo trabalho foi um demonstrativo de cinco músicas que ainda está sendo distribuído. Nele participaram os músicos Giordano Frag (guitarra e gravação), Rainére Travassos (baixo), Beto Batera (bateria) e André Victor (produção musical). “Eu componho o que o cotidiano tem de mais singelo e transformo os gestos, gostos e manifestações em poesias musicaisâ€. Borbo leva esta fórmula nas canções deste trabalho e mostra que, além de reflexão sobre o social e os sentimentos humanos, a música também deve contagiar pelo ritmo. E isso é característico em É 3 por 2, o Teu Xamã e Para Sair do Avesso.

Conceitos artísticos que pretendem se tornar sofisticações de um trabalho bem elaborado e de composições agradáveis. Mais que um lema, Toninho carrega este sentimento para com o seu trabalho artístico e expõe em cada show uma nova maneira de dizer o que move esta paixão. Borbo trabalha com músicas próprias desde 2001, quando cantava na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e acredita numa evolução profissional que o guia firmemente para maiores apresentações.

Atual formação
Beto Cabeça (bateria)
Rainére Travassos (baixo)
MC Playead (bit box)
Rivanildo (trompete)
Toninho Borbo (voz e violão)

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