colaborações recentes
Vivendo na correria em um mundo doido, globalizado e travestido nos esquecemos de meditar e questionar sobre a tão buscada sabedoria. Se ela é para uso diletante ou é um do caminho espiritual.
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Diz a sabedoria oriental que o melhor caminho é sempre o do meio. A postura do viajante é manter a sustentabilidade da alma.
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Diz o sábio Petrônio que: “a alma fora do corpo brinca”. Uma alusão às viagens astrais, ou projeções, que fazemos quando dormimos, ou quando estamos cochilando. Fora do lastro do corpo físico a alma adquiri liberdade e vai a outros planos de consciência.
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Diz Yehude Menuhin, que: “o século XX despertou as maiores esperanças já concebidas pela humanidade e destruiu todas as ilusões e ideais”. O Natal e o Ano Novo renovam a cada ano as nossas esperanças. Mergulhemos de cabeça nessa aura de fraternidade.
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Circulo na boca da noite pela Avenida Sanitária em minha urbe. Busco encontrar no lusco fusco “um resto de tango e um assovio”. No final da rota encontro Chet Baker tocando “These Foolish Things”
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