Cinema de parcerias no Revista deste sábado

Nega Gizza fala sobre o Cine CUFA
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Projeto Paralelo · Rio de Janeiro, RJ
8/11/2011 · 1 · 0
 

O trabalho em parceria, nas chamadas produções coletivas, é o tema do Revista deste sábado. O programa vai mostrar como dois ou até mesmo cinco diretores conseguem trabalhar juntos na realização de um único filme. Trabalhos de direção em equipe já renderam grandes sucessos do nosso cinema, como Baile Perfumado, Domésticas e os documentários Notícias de Uma Guerra Particular e Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei.

No estúdio, Maria Luísa Mendonça conversa com a rapper Nega Gizza, uma das fundadoras da CUFA – Central Única das Favelas ao lado de MV Bill e Celso Athayde. Nega descobriu o rap aos 15 anos e ocupou os palcos antes restritos aos homens. Não bastasse esse feito, ela ainda venceu o Hutúz, prêmio mais importante do gênero na América Latina. Nega conta no programa a história do Cine Cufa, o Festival de Cinema que comemora sua 5ª edição com a exibição de diversos filmes feitos por jovens moradores de periferias do mundo inteiro.

Outro adepto dos filmes de baixo orçamento realizados em esquemas de cooperativa entre amigos é o diretor e produtor Cavi Borges. O programa exibe uma entrevista com o ex-judoca que trocou o tatame pelos sets de filmagem. Com 17 longas no currículo, Cavi selou sua última parceria com o autor e diretor de teatro Walter Daguerre, no filme Paraíso Aqui Vou Eu. A história é uma adaptação da peça de Walter sobre os encontros e desencontros na busca da felicidade.

Se um trabalho em dupla gera bons resultados, imagina quando são três os encarregados da direção de um mesmo filme. Marcos Felipe, Daniel Matos e Marcial Renato viveram essa experiência com o longa Dia de Preto. Eles falam sobre o esforço feito por cada um para realizar um filme independente com um baixo orçamento.

O programa ainda traz uma reportagem sobre o filme Circular, que contou com uma verdadeira equipe de direção, formada pelos cineastas Adriano Esturilho, Aly Muririba, Bruno Oliveira, Diego Florentino e Fábio Allon. A história é dividida em cinco pequenas narrativas, todas interligadas através dos personagens. Mesmo não sabendo quem filmou o quê, é possível perceber a troca de mão na direção, mas sem interferir na unidade do filme.

Mas trabalho coletivo mesmo foi visto em O Filme dos Espíritos. Os organizadores do projeto, André Marouço e Michel Dubret, fizeram uma compilação com trechos de algumas das mais de cem propostas enviadas por jovens diretores e roteiristas de todo o país. O projeto reinventou a forma de contar a história baseada no Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.

O Revista do Cinema Brasileiro vai ao ar na TV Brasil às 20h30, com reprise na terça, à 1h.

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